segunda-feira, 5 de março de 2012
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Impacto de Carnaval 2012 - MILO e Liberdade Extrema
Nos dias 17 a 22 de Fevereiro deste ano será o carnaval de Belém, neste ano devido a um direcionamento de Deus iremos fazer o impacto em Icoaraci e Outeiro, pois nestes lugares hoje é o maior carnaval da região metropolitana, lá também tem um bloco chamado de Rabo do Peru que reuni neste período cerca de 80 mil pessoas, é um dos maiores blocos de carnaval do norte.
Estaremos juntos com o grupo de Jovens Liberdade Extrema da Comunidade Evangélica Adoremos que fica em Icoaraci, durante os 5 dias de carnaval ficaremos em uma chácara em Outeiro que servirá de base para descasarmos e nos prepararmos para os Impactos.
Quem quiser se juntar nos neste dias para juntos tomar posse desta terra que o Senhor nos deu, entre em contato conosco e faça parte deste exercito que não vai proclamar o nome de Jesus neste período de Carnaval.
Rodrygo Gonçalves
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Coreia do Norte: Mais um vez no topo dos países mais perseguidos!
Local no planeta onde ser cristão é mais difícil. Os cristãos são presos, torturados e mortos. No entanto, a Igreja está crescendo: há cerca de 400.000 cristãos no país
A Igreja e a Perseguição Religiosa
A Igreja
O cristianismo chegou à península coreana, no final do século XVII, através de católicos coreanos feitos prisioneiros de guerra e enviados ao Japão pelos algozes japoneses que invadiram o país com o propósito de dominar a China. Em terras nipônicas, os coreanos tiveram contato com o evangelho (muitos dos quais se tornaram mártires) e, quando puderam retornar a seu país, levaram consigo a nova fé. O início do cristianismo no país se deu no século XVIII (1793), quando a igreja passou por perseguições isoladas, mas suas raízes já estavam suficientemente fortes e fincadas na Coreia. Antes da guerra que dividiu a península corenana, a capital do país, Pyongyang, abrigava quase meio milhão de cristãos, constituindo na época 13% da população. Após a guerra, muitos cristãos fugiram em direção ao sul ou foram assassinados.
A perseguição
A Constituição prevê a "liberdade religiosa", no entanto, na prática, o governo restringe severamente qualquer atividade religiosa, exceto o que possa ser supervisionado rigorosamente por grupos reconhecidos oficialmente, ligados ao governo. Uma autêntica liberdade religiosa não existe, apenas igrejas rigorosamente controladas pelo governo. As igrejas que existem na cidade hoje são basicamente "igrejas de fachada", servindo à propaganda política sobre a liberdade religiosa no país. Quase todos os cristãos na Coreia do Norte pertencem a igrejas não-registradas e clandestinas. O culto deles se constitui de um encontro "casual" de dois ou três deles, em algum lugar público. Lá eles oram discretamente e trocam algumas palavras de encorajamento.
A perseguição aos cristãos foi intensa durante o período de dominação japonesa, especialmente devido à pressão exercida pelos dominadores para a adoção do xintoísmo como religião nacional. Desde a instalação do regime comunista, a perseguição tem assumido várias formas. Inicialmente os cristãos que lutavam por liberdade política foram reprimidos. Depois, o governo tentou obter o apoio cristão ao regime, mas como não teve êxito em sua tentativa, acabou por iniciar um esforço sistemático para exterminar o cristianismo do país. Edifícios onde funcionavam igrejas foram confiscados e líderes cristãos receberam voz de prisão. Ao ser derrotados na Guerra da Coreia, soldados norte-coreanos em retirada frequentemente massacravam cristãos com a finalidade de impedir sua libertação.
O Estado não hesita em torturar e matar qualquer um que possua uma Bíblia, quer esteja envolvido no ministério cristão, organize reuniões ilegais, quer tenha contato com outros cristãos (na China, por exemplo). Os cristãos que sobrevivem às torturas são enviados aos campos de concentração. Lá, as pessoas recebem diariamente alguns gramas de comida de má qualidade para sustentar o corpo, que deve trabalhar 18 horas por dia. A menos que aconteça um milagre, ninguém sai desses gigantes campos com vida.
Em setembro de 2007, a revista Newsweek destacou o drama dos cristãos norte-coreanos. Um desertor, Son Jong-Nam, converteu-se quando fugiu para a China, onde conheceu um grupo de missionários cristãos. Após certo tempo, ele voltou ao seu país como missionário. Lá, foi detido e acusado de ser espião. Atualmente, ele está no corredor da morte em Pyongyang. Son cresceu em boas circunstâncias por ser filho de um alto oficial. De acordo com a Newsweek, a esposa dele, grávida, perdeu o bebê depois de ter sido espancada durante um interrogatório na Coreia do Norte, por ter criticado o controle de alimentos de Kim Jong-Il. Desde o final do século XIX, cerca de cem mil norte-coreanos mantêm a fé cristã clandestinamente, segundo cálculos da Newsweek. Até mesmo Kim Il-Sung, o primeiro ditador da Coreia do Norte, falecido recentemente, veio de uma família cristã devota.
De acordo com missionários, os cristãos norte-coreanos mantêm suas Bíblias enterradas nos quintais, embrulhadas em plásticos. Alguns pastores na China oram por doentes e pregam através de interurbanos feitos por telefone celular, segundo a reportagem. Tudo isso num intervalo de tempo que vai de cinco a dez minutos. Os "cultos telefônicos" têm de ser rápidos e muitas vezes são interrompidos bruscamente, porque a Coreia do Norte usa rastreadores para localizar os telefones.
História e Política
Localizada na metade setentrional da Península da Coreia, no leste asiático, a Coreia do Norte é caracterizada por altas montanhas separadas por vales estreitos e profundos. Densas florestas cobrem cerca de dois terços do país. O topônimo Coreia deriva-se de Koryo, "alto e belo", nome da dinastia que governou o país de 918 a.C. até 1392 d.C. Os habitantes da península coreana imigraram da Sibéria entre os séculos X e XIII a.C. No ano 108 a.C., os chineses dominaram a península e a dividiram em 4 colônias chinesas. No século XIII, Koryo foi invadida por mongóis, que passaram a ter grande influência na corte. E em 1392, Yi Song-gye fundou a dinastia Choson (Yi), que durou até 1910.
O século XX foi decisivo para a configuração política atual do país. Com interesses políticos e econômicos sobre a península coreana e sobre outros países da Ásia, o Japão anexou a Coreia ao seu território, transformando o país em seu protetorado. Com a derrota do Japão na Segunda Guerra Mundial, a Coreia se viu livre para se consolidar como nação independente no cenário mundial. Foi a partir de 1945 que o cenário político atual da Coreia começou a se formar: nesse ano, com o apoio da União Soviética, o norte se proclamou independente do sul, recusando-se a cooperar com as Nações Unidas e passando a se chamar República Democrática Popular da Coreia, chefiada pelo primeiro ministro Kim Il Sung. No ano de 1950, o norte invadiu o sul da península, na tentativa de unificar a península sob o regime comunista, desencadeando a “Guerra da Coreia” (1950-1953), que culminou com a divisão definitiva da Coreia e a criação de dois novos países: Coreia do Norte e Coreia do Sul, o primeiro comunista e o último capitalista. O armistício assinado em 1953 definiu o paralelo 38 como a zona desmilitarizada da Coreia. A zona desmilitarizada entre os dois países continua sendo uma das áreas mais fortificadas e impenetráveis do mundo. A guerra quase irrompeu novamente no fim da década de 90, mas foi evitada graças a esforços diplomáticos. Não obstante, ainda há grande tensão entre as duas Coreias.
Desde a divisão, a Coreia do Norte teve apenas dois presidentes: Kim II Sung, que governou o país até 1994 e seu filho Kim Jong-il, que está no poder desde então. O governo exerce uma política unipartidária e é considerado como uma autocracia, ou ditadura comunista totalitária. O país tem sido profundamente marcado por um "culto à personalidade" que elevou o falecido ditador King Il-Sung, pai de Kim Jong-Il, à posição de deus. O mais provável é que Kim Jong-il seja substituído no governo do país por seu filho, Kim Jong-Un.
População
A população norte-coreana é de pouco mais de 24 milhões de pessoas, sendo 60% urbana. Etnicamente, ela é constituída quase que totalmente por coreanos (99%). Há um pequeno número de chineses e japoneses residindo no país. Segundo estimativas do governo, 70% da população não professa nenhuma religião. O restante segue crenças asiáticas, como xamanismo, confucionismo ou budismo. Há grupos cristãos de protestantes, católicos e ortodoxos.
Quase 100% da população é alfabetizada e tem acesso à educação. A população sofre com a fome, já que normalmente os alimentos do país são primordialmente direcionados ao exército. Há abertura para organizações humanitárias atuarem, a fim de aliviar a fome da população, mas os esforços não são suficientes. Isso acontece parcialmente por causa da corrupta liderança das forças militares. Eles interceptam muitas cargas de alimento e desviam-nas para os seus soldados. O próprio presidente Kim Jong-Il disse, certa vez, que só precisa que 30% da população sobreviva.
Economia
A economia da Coreia do Norte é totalmente centralizada no Estado, totalmente planejada pelo governo; a indústria pesada e a agricultura (arroz, milho, batata, soja) são as principais atividades econômicas do país. Pyongyang é o centro comercial do país; as relações econômicas da Coreia do Norte com outros países são poucas, sendo a China o principal parceiro comercial do país. O turismo é também uma importante fonte de renda para a Coreia do Norte: todo turista ou grupo de viajantes deve conhecer o país sempre acompanhado de um guarda ou representante do Estado.
Fonte: Portas Abertas
Fonte: Portas Abertas
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Projeto Jutuba
A MILO (Missões Locais) da Assembléia Templo Central, apresenta um novo desfio, talvez o maior de todos os desafios até hoje, o “Projeto Jutuba”.
Jutuba é uma Ilha que pertence a Belém, mas exatamente ao distrito de Outeiro, fica a 1 hora de Barco saindo da orla de Icoaraci, é uma comunidade que tem apenas 30 famílias e cerca de 100 habitantes. A única igreja que existe hoje lá é a Igreja Católica.
Até um tempo atrás também tinha a assembléia de Deus que devido a algumas circunstâncias fechou suas portas, e hoje tem lá apenas o templo que já esta com a madeira apodrecida, e os nossos irmãos que tentaram permanecer se congregando tinham que atravessar uma ponte que está nas mesmas circunstâncias da igreja, hora se anda na ponte, hora se anda na lama, não tem como se congregar.
No dia 29 de outubro fomos até a ilha com os alunos da Escola de Missões Nação Belém, a guerra espiritual foi muito grande, ao ponto de pessoas ficarem doente na véspera de ir e de pessoas terem visões de demônios no local, mas como o exercito de Deus sempre vence, mas uma vez o senhor nos deu a vitoria e muitos se reconciliaram. Agora o grande desafio é consolidar um Trabalho naquela Ilha.
No dia 18 que é domingo agora, estaremos voltando lá com uma programação de natal, na verdade será o “ponta pé inicial” para o trabalho que vamos fazer lá, que será de reativarmos a igreja Assembléia de Deus de Jutuba. Vamos levar brinquedos, cestas básicas e uma ceia de natal para as 30 famílias de Jutuba, ainda precisamos de cestas básicas, pois não conseguimos todas, mas isso é apenas para mostra o amor que Deus tem por eles, a partir desse dia, nos estaremos indo até lá todos os domingos realizando a Escola Bíblica Dominical com os que se reconciliaram, e um culto evangelístico pela tarde.
Sei que o desafio de reabrir uma igreja é muito grande, principalmente em uma Ilha, mas é o amor pelo Senhor que nos impulsiona a isso, que quiser entrar nesse desafio conosco entre em contato comigo e vamos juntos nessa pelo Rei e pelo Reino.
Miss. Rodrygo Gonçalves
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
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